Financiários: Sindfin gera impasse em negociação coletiva



 

 

 

A última rodada de negociação pela Campanha Salarial dos Financiários decepcionou os trabalhadores do segmento, ocorrida na última quarta-feira, 16. O Sindfin ofereceu reajuste de apenas 7,5%, negando o aumento real reivindicado pela Fetrafi-RS e sindicatos. Com este percentual aplicado, os pisos pagos pelas empresas ficariam inferiores ao salário mínimo regional nível quatro, desrespeitando a cláusula terceira da atual Convenção Coletiva.

Além do reajuste de 7,5%, o sindicato patronal ofereceu auxílio-creche/babá equivalente a 30% do valor pago pelo funcionário, mediante comprovação, até o limite de R$ 100,00. Este benefício será concedido até os 36 meses de vida dos dependentes. O cheque de negociação sindical passaria de R$ 131,60 para R$ 200,00, no entanto, o auxílio-alimentação ficaria sem correção.

No caso dos pisos, os valores pagos para a função de office-boy passariam de R$ 777,74 para R$ 832,05, enquanto para escriturário de R$ 793,00 para R$ 852,48. Para a Fetrafi-RS a proposta é insuficiente e não será aceita pelos trabalhadores.

“Não vamos nem pautar este tipo de proposta em assembleia porque descaracteriza o objetivo das negociações da campanha salarial. O movimento sindical continua aberto para negociação, mas o Sindfin deve ter disposição para melhorar o índice de 7,5%”, afirma o diretor da Federação, Luiz Carlos Barbosa.

Os financiários foram representados na negociação pelo diretor da Fetrafi-RS, Luiz Carlos Barbosa e pelo assessor jurídico da entidade, Milton Fagundes. Pelo sindicato patronal participaram da reunião o diretor vice-presidente, Henrique Cylon Thomé, o diretor financeiro, Cassiano Vasconcellos e Souza e o assessor jurídico, Angelito Dornelles da Rocha.


Fonte: ImprensaFetrafi-RS





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