Dieese divulga destaques das Demonstrações Financeiras do Santander

No 1º trimestre de 2015 o Banco Santander obteve um Lucro Líquido Gerencial de R$ 1,6 bilhão, com crescimento de 14,4% em relação ao mesmo período de 2014. Em relação ao 4º trimestre de 2014 o crescimento foi de 7,3%. O retorno sobre o Patrimônio Líquido médio anualizado (ROE) ficou em 12,8%, com crescimento de 1,6 p.p. em doze meses. O lucro obtido no Brasil representou 21% do lucro global que foi de € 1,7 bilhão (alta de 32% em doze meses).

A Carteira de Crédito Ampliada do banco cresceu 18,0%% em doze meses e atingiu R$ 324,7 bilhões. As operações com pessoas físicas cresceram 5,8% em relação a março de 2014, chegando a R$ 79,8 bilhões. Já as operações com pessoas jurídicas alcançaram R$ 142,1 bilhões, com alta de 28,0%. O segmento de pequenas e médias empresas caiu 0,7%, enquanto o segmento de grandes empresas cresceu 39,5% em comparação a março de 2014. A carteira de "financiamento ao consumo”, que é gerada fora da rede de agências, apresentou queda de 3,3% em 12 meses, totalizando R$ 36,2 milhões.

O Índice de Inadimplência superior a 90 dias apresentou queda de 0,8 p.p em relação ao 1º trimestre de 2014, ficando em 3,0%. Com isso, foram reduzidas as despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) em 4,7%, totalizando R$ 2,9 bilhões.

O crescimento das receitas com Títulos e Valores Mobiliários foi diretamente influenciado pelos sucessivos aumentos na taxa Selic, com crescimento expressivo de 59,2%, totalizando R$ 7,0 bilhões.

A receita com prestação de serviços mais a renda das tarifas bancárias cresceu 7,4%% em doze meses, totalizando R$ 2,8 bilhões. As despesas de pessoal subiram 5,7%, atingindo R$ 1,9 bilhão. Assim, em março de 2015, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias do banco foi de 151,96%.

A holding encerrou o 1º trimestre de 2015 com 49.910 empregados, com aumento de 1.259 postos de trabalho em relação ao mesmo período no ano passado. Foram fechadas duas agências e 82 PAB’s no mesmo período. Apesar da redução do número de agências e de PAB’s a carteira de clientes cresceu significativamente (1,3 milhão a mais de clientes em um ano).

Fonte: Dieese
 

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