Caxias do Sul realiza audiência pública sobre Salário Mínimo Regional

Cerca de cem pessoas participaram hoje (07/12), em Caxias do Sul, da Audiência Pública para discutir o reajuste do Salário Mínimo Regional. O evento é uma iniciativa das centrais de trabalhadores em parceria com a Comissão de Economia da Assembleia Legislativa. Com o tema "os impactos e a importância do Piso Regional para o desenvolvimento econômico e social do RS" a audiência, realizada na Câmara de Vereadores, reuniu representantes da Central Única dos Trabalhadores, (CUT), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central dos Trabalhadores, e representantes dos sindicatos sos dos metalúrgicos, comerciários, professores, Alimentação, Hotéis e Restaurantes, Limpeza, entre outros. O Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região, filiado à CUT, estava representado pelos diretores Nelso Bebber, Daniela Amoretti Finkler, Vaine Andriguete e Ademar Belini. Os representantes das indústrias e da classe patronal, embora convidados, não compareceram. A audiência foi conduzida pelo deputado estadual Tarcísio Zimermann (PT).

As centrais sindicais reivindicam 11,55% de aumento no piso regional. De acordo com o representante da CUT, Antônio Guntzel, com este índice, descontada a inflação do período, se conseguiria manter o piso regional no patamar de 1,30% acima do Mínimo Nacional, um dos objetivos quando na criação dos pisos regionais. “Este dinheiro vem para movimentar o comércio local. Isso estimula a indústria e toda a cadeia produtiva, assim como a criação de empregos.

Guimar Vidor, representante da CTb, fez o relato de uma reunião ocorrida na manhã de hoje, com o governador José Ivo Sartori e representantes da Fiergs e outras instituições ligadas à classe patronal. De acordo com ele, o governo do estado não tomou nenhuma posição e deverá fazê-lo até a próxima sexta-feira.

As audiências estão sendo realizadas no interior do Estado como forma de pressionar o executivo para que envie com urgência o projeto para aprovação da Assembleia Legislativa.
 

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